Pedí emprestada a foto deste lindo dog para a Danny Kitty para escrever sobre um tema que anda me assaltando os pensamentos há dias!
Então, antes de mais nada, aqui vai um agradecimento muito especial para esta mocinha!
Ela que além de ser conhecida e respeitada na blogosfera pelo seu talento, criatividade e carisma também deve ser sempre lembrada pela simpatia e caráter!
Obrigado, Daniele pela chance de fazer um layout com o Baby, este teu dog fofíssimo!
E então, depois de agradecer, vamos ao post!
Alguém saberia explicar quando cada uma ou cada um de nós deixa de lado o modo inocente de ser e agir para virar gente grande? Tenho pensado nisso e parece que cada dia mais e mais este assunto me atrai. Vejo na rua, meninas que não devem ter mais de 8 ou 9 anos, vestidas já como adolescentes, falando em namorados como costumam fazer as adultas!
Meninos de 5 ou 6 com piercing, cabelo com gel, luzes, etc estão por ai aos montes tb! Mas não me refiro ao visual ou a certas atitudes, inclusive pq tb não é raro ver meninas ou meninos das mesmas idades, que ainda “não despertaram” para este momento novo. Então chega a ser engraçado num dia uma menina despenteada, completamente despreocupada com suas roupas, vestindo-se ainda como criança e no outro entusiasmada com as descobertas que vai fazendo sobre make up, mundo fashion, meninos, baladas e afins. Ou os meninos que descobrem que não precisam mais fugir das coleguinhas, nem viver dando tapas ou passando a mão nos coleguinhas.
Mas quando isso acontece com cada um, cada uma de nós? Ninguém sabe ao certo. Acho que nem pai e mãe, irmão oi irmã estando próximos conseguem perceber quando se dá a metamorfose. Mas é certo que quando filhos começam a achar que pais são bregas, chatos ou antiquados a lagarta já está para sair do casulo!
Aquela inocência de falar besteira sem medo, sem medir consequências nem nada, que faz o mundo mais engraçado em risos desmedidos, brincadeiras sem fim vai se perdendo, ficando para trás e de repente… “plim” tudo muda!
Quem dera pudéssemos ser como nossos amigos animais que nunca mudam ao longo de suas vidas. São sempre os mesmos, exceto pelo vigor. Enquanto jovens, pulam, se atiram, latem e miam feito doidos. Com os anos, eles se aquietam, mas jamais mudam seu jeito de ser, nem nos trocam por outras amizades. Nem sentem vergonha de tudo que viveram ao nosso lado! Ah a inocência, prima-irmã da felicidade… pq não sabemos como mantê-la em nossos corações!!
E nada poderia combinar mais com o texto do que o Baby no layout. O motivo é simples: Quem mais poderia representar a inocência na sua essência maior do que um amigo de quatro patas. Poderia ser a Emma, gatinha da minha irmã Dry.
Poderia ser a Xuxinha ou a Kit, duas lindas cachorrinhas, a primeira da amiga Paty e a segunda da Maria Cláudia.
Mas o eleito desta vez foi o Baby. Basta olhar bem nos olhinhos dele pra entender!
Blogbeijos e até amanhã!
