11 de outubro.

Eu tenho pensado demais estes dias.
E em tantas coisas!
Penso na saudade que eu sinto. Nas decepções com pessoas e comigo mesmo.
Lembro e reflito demais sobre coisas vividas. E coisas não vividas também.
E penso em tentar não pensar tanto.
Mas penso também que deixar de pensar seja quase impensável.
Estes dias também, andei notando que não ví os dias passarem. Não apenas os dez ou doze últimos dias.
Falo de dias em medidas que os elevam a semanas, meses e anos.
De repente um beijo na namorada oriental e um adeus. Antes disso, os sustos com a empresa. Depois de tudo um namoro que não teve fim, mas acabou. Um amor novo, alguns amores em saudades… viagens, aniversários, poesias e músicas… muitas músicas!
O blog então nem se fala. Por mais que tenha postado estes dias todos do mês que passou e deste começo de outubro, sinceramente acho que tem sido os dias de maior distanciamento. Não me lembro de quase nada do que postei. E sei que acabei postando no automático.
O que é que há? Pq tanto sono? Pq tanta insônia?
Aqui estou eu, de certa forma sentindo de novo na pele o dia pulsando depois de dias como se estivesse flutuando. Ou trancado em um esquife sem ar.
Foram dias de intensos pensamentos. E intermináveis vazios.
Foram? Se foram? Que não voltem… que venham novos ares, cheiros, perfumes, beijo e abraço… e alegrias em sorrisos, pés no chão e nela, pés em saltos.
Um blogbeijo e carinho de almas!

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