Mas na verdade, a imagem dela está aqui apenas para ilustrar o blog, uma vez que não pretendo escrever sobre o filme.
Nem tenho a pretensão também de comentar sobre o livro.
Até pelo fato de ambos merecerem muito mais do que um simples post para serem comentados.
Quero mesmo é escrever sobre como tomei conhecimento do livro e depois do filme.
Em resumo, eu vivia um dos melhores períodos da minha vida em 1996! Fazia faculdade, dava aulas, trabalhava na minha empresa e estava tudo bem, ganhando um bom dinheirinho e acima de tudo me realizando. Em casa tudo perfeito, com mãe, pai, irmãs e namoro também andando feito um relógio.
Além disso, fazia mtos bicos, trabalhos free-lancer ajudando alunos da faculdade em seus TCCs e teses de graduação, atuava no teatro em duas peças e também trabalhava em rádio. Os dias não tinham 24 horas mais, e muitas vezes dormí dentro do carro em frente à faculdade, no estacionamento do banco… pura estafa, mas uma deliciosa estafa. Dormí inclusive no colégio em que eu dava aula, na sala de video. Ia pra casa pra tomar banho ou pegar muda de roupas que trocaria após um novo banho, no escritório.
Um belo dia cheguei em casa e havia sobre a minha cama, um livro. Ganhei do meu pai e mãe, o livro do James Redfield.
E com direito à uma dedicatória linda do meu velho!
“Ao nosso querido Luiz Paulo. Com muita estima, dedicamo-lhe este livro, recordação de tempos felizes que estamos vivendo com você!
De seus pais, Therezinha e Luiz.”

Confesso que lembro hoje em detalhes a emoção que sentí ao encontrar o livro, embrulhado para presente e com a dedicatória.
E mesmo naquele corre-corre, achei um modo de ler o livro todo em menos de 48 horas. Lia no trânsito, na faculdade, no colégio… devorei o livro. E para me certificar que havia entendido mesmo, lí novamente assim que fechei a última página. E menos de uma semana, lí duas vezes e consultei outras tantas!!!
Depois lí a Décima Profecia e os livros acabaram esquecidos na estante. Porém, por muito tempo a leitura dele em especial, guiou meus pensamentos como se aquela ficção toda sobre espiritualidade, humanidade e mudanças fosse real! Até hoje tenho a sensação de que coisas lidas, aconteceram de verdade.
História boa e envolvente. E junto dela, uma sensação de querer vivenciar as experiências alí contidas.
Este ano, portanto 12 anos depois minha amiga Paty Pegorin (sempre ela), me mandou uma cópia do filme. Eu sabia que havia sido feito o tal filme, mas não o tinha visto ainda. Talvez pq de 2005 pra cá, mta coisa tenha acontecido e eu ande meio longe, avoado.. sei lá.
O fato é: Ela me mandou uma cópia do filme A Profecia Celestina. É óbvio que o filme não é igual ao livro, mas ambos são bons e marcantes.
Assim como no filme a belissima Sarah se faz marcante com sua beleza e charme, encantamento e magia que superam a barreira entre quem é a atriz e quem é a personagem. Talvez a mesma sensação que eu sentí ao ler o livro tenha se repetido agora. Uma sensação de fazer parte da história toda. Identificação com os personagens… e mais: as paisagens que ví no filme eu já conhecia pq eram as mesmas que eu imaginava quando lia o livro.
Momento de reflexão. E de desejar alegrias, mudanças, paz e amor para Você e todos os que estão à nossa volta!
Um beijo e até sexta.. ou até o mês que vem!